Campal de Morobá – 07 a 08/10/2016

#campaldemoroba @campaldemoroba @odailson @cintiaalves2 Maranata, O Senhor logo vem! 🙌🙏👏

Um vídeo publicado por _.THOM._ (@thiagothompelissari) em Out 8, 2016 às 10:24 PDT

 

Olá queridos, gostaria de compartilhar algumas anotações que fiz na última Campal de Morobá. As anotações são retiradas do sermão do Pr. Odailson Fonseca da TV Novo Tempo. Ele é apresentador do Programa Código Aberto e esteve conosco durantes estes 3 dias de Campal.

Pra você que não conhece o termo Campal, no Dicionário a palavra Campal significa ser algo que se realiza no campo ou em lugar amplo e aberto. É exatamente isso que acontece.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia sempre faz estes programas por todo o Brasil e aqui no Espírito Santo não é diferente. Temos duas Campal’s, uma na cidade de São Domingos do Norte no distrito de Morobá (por isso o nome de Campal de Morobá) e outra em Laranja da Terra cojo nome é Campal de Ribeirão.

Vou me ater as anotações e caso você tenha mais dúvidas de como vir ou se deseja visitar alguma campal próximo a sua casa, entre em contato que eu vou tentar te ajudar.

Anotações sobre o Sermão:

Mateus 7:28-29 – Jesus falava com autoridade e não como doutor da lei. Um homem simples que falava de maneira extraordinária… Como assim!?!? Jesus!?!? Sim, o filho do carpinteiro. Ele falava com autoridade, porque falava daquilo que Ele conhecia na essência e de todo o coração. Não falava simplesmente por falar ou apenas para seguir protocolo, como faziam os doutores da lei daquele tempo e de hoje também.

Marcos 11 – Quem nós somos?
Assim como a figueira amaldiçoada, será que nos também merecemos um “funeral honesto”? Sim, um Funeral Honesto! Somos tão lindos por fora e com toda essa lindeza mostramos ao mundo o nosso brilho próprio, porém Jesus não está interessado na nossa lindeza e brilho próprio. Precisamos produzir bons frutos e deixar Cristo brilhar em nós. Pois por vezes nós parecemos o que não somos… Uma figueira sem figos.
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Eu não mereço, mas Deus me ama tanto, tanto!

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Olá, tudo bem? Ando meio sumido do blog, porque tenho tido bastante trabalho para fazer, graças ao bom Deus. Mas vamos lá, porque hoje me veio algo bem interessante para dizer.

Durante o horário do meu almoço, resolvi ler alguns trechos da Lição da Escola Sabatina, e lá me dizia sobre Justiça Imputada, em outras palavras, a Justiça que Jesus nos deu, não atráves de nossas obras ou cumprimento da lei, mas que recebemos através do Amor de Deus para conosco.

Afinal, Jesus já havia proclamado que viria ao mundo e morreria por todos nós, e isso é totalmente aceitável, já que as profecias nunca erram.

Veja o que diz um trecho da Lição da Escola Sabatina do Segundo Trimestre de 2011.

“Paulo disse em Romanos 4:2 que, se Abraão tivesse sido justificado pelas obras, ele poderia ter se gloriado. Entretanto, Abraão creu em Deus e, portanto, foi considerado justo. Jesus nos convida a ir a Ele em fé simples, pecadores que somos, e Ele dará Seu manto de perfeição, a justiça perfeita que Ele alcançou enquanto e steve aqui, vivendo na carne. Isso é conhecido como “justiça imputada”, e é a única solução para o dilema descrito tão vividamente em Isaías 64 e Romanos 3.

Imagine assim: Jesus tira suas antigas roupas manchadas, seu trapo imundo, e o envolve com o manto de Sua justiça perfeita, Sua santidade perfeita, Seu registro perfeito de obediência à Lei. Ele o envolve e então sussurra ao seu ouvido: “Agora você é perfeito. Eu lhe dei minha perfeição. Por favor, use este manto, e não o afaste de você.”

Abraão aprendeu de Deus com seus pais, porém não foi através da tradição que ele se tornou o pai da Fé.

Ele foi o que foi, porque confiou em Deus e viveu uma vida inteira dedicada totalmente e exclusivamente a Deus, ou seja, cumprindo assim a verdadeira justiça imputada.

Portanto, observando este pequeno exemplo, precisamos ajoelhar constantemente aos pés do Pai, e buscar nEle este caráter puro e santo, que só pode ser obtido quando nos entregamos aos pés de nosso Salvador e Senhor, Jesus Cristo.

Que Deus nos abençoe e nos ajuda a subir cada degrau da nossa subida espiritual. Amém.

“Liberdade não é sinônimo de libertinagem…”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olá queridos, mais uma vez estamos aqui para mais um post e, desta vez vamos destacar um assunto importantíssimo. Através deste assunto, poderíamos iniciar várias outras discussões, mas vamos focalizar no principal motivo pelo qual o post recebe este título.

Em tempos de uma “liberdade” corrompida por atos e ações sem moral, encontramos um homem que mesmo ocupando uns dos mais altos níveis de poder de uma sociedade, mostrou que é possível ser coerente, sensível e inteligente a ponto de tomar a decisão certa, mesmo que isso possa deixa-lo com certos prejuízos.

Estamos falando de Steve Jobs, o co-fundador das empresas de informática Apple Inc e NeXT. Apesar de seu status social e de seu “poder” social, político e econômico, não se rendeu aos mais altos prazeres da Pornografia e por este motivo acabou comprando briga com alguns dos homens poderosos do setor.

Veja abaixo trechos do texto de Michel Borges, Jornalista e Colunista da Rede Novo Tempo de comunicações e do site Esperança.

O jornal britânico The Guardian noticiou: “Então, a insistente política de autocensura da Apple, para o novo IPad, tem deixado de fora muitas editoras de revistas.

Jobs reafirmou sua posição numa acalorada troca de e-mails com Ryan Tate, escritor do site Gawker.com, que acompanha notícias e fofocas no Vale do Silício e em outros lugares. Tate discordou do anúncio de televisão que chama o iPad de “revolução” e enviou um e-mail para Jobs: “Se Dylan [Bob Dylan, um dos músicos favoritos de Jobs] tivesse 20 anos hoje, como ele se sentiria sobre sua empresa? Ele acharia que o iPad teria a mínima coisa a ver com ‘revolução?’ Revoluções envolvem liberdade.

Jobs respondeu. “Sim, liberdade de programas que roubam seus dados. Liberdade de programas que destroem sua bateria. Liberdade da pornografia. Sim, liberdade. Os tempos estão mudando, e alguns caras do PC tradicional sentem como se seu mundo estivesse desaparecendo. Está.

Tate acusou Jobs de impor sua “moralidade” ao fazer com que a Apple proíba aplicativos pornográficos para o iPad. “Não quero ‘liberdade da pornografia’. A pornografia é simplesmente legal! Acho que minha esposa concordaria”, disparou de volta Tate – que mais tarde disse que lamentava ter mencionado a esposa. Jobs treplicou: “Você se importará mais com a pornografia quando tiver filhos. […] Estamos apenas fazendo o que podemos para tentar preservar a experiência de usuário que idealizamos. Você pode discordar de nós, mas nossos motivos são puros.

Em outra correspondência trocada com o cliente Matthew Browning, Jobs havia defendido a decisão da Apple de manter a pornografia fora de seus produtos: “Cremos que temos uma responsabilidade moral de manter a pornografia fora do iPhone. Quem quiser pornografia poderá comprar um Android”, disse ele, se referindo ao produto do competidor Google, que tem permitido aplicativos de armazenamento de pornografia para seu smartphone.

As decisões da Apple também são para aplicativos, pois por duas vezes a Apple se recusou a disponibilizar o aplicativo “Gay New York: 101 Can’t-Miss Places” (Nova Iorque Gay: 101 locais que você não pode perder), por incluir imagens obscenas e pornográficas.

Jobs está de parabéns por demonstrar coragem e disponibilidade para mostrar ao mundo que independente de sua posição social e econômica, o mais importante é mostrar que características de um caráter puro e reto são muito mais aceitos do que qualquer outro que torna “liberal” recursos ou ações que podem manchar o trabalho de toda uma vida.

Sua marca subiu ainda mais no meu conceito.

Na verdade, a atitude dele serve até mesmo de incentivo aos cristãos internautas para erigirem muros de proteção ao seu redor. Liberdade não é sinônimo de libertinagem e irresponsabilidade. A autocensura do cristão é o mais puro exercício da liberdade de quem escolhe não se submeter a vícios degradantes que rebaixam o ser humano e destroem famílias. E seu antivírus está em Filipenses 4:8, que diz:

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo,tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.