“Liberdade não é sinônimo de libertinagem…”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olá queridos, mais uma vez estamos aqui para mais um post e, desta vez vamos destacar um assunto importantíssimo. Através deste assunto, poderíamos iniciar várias outras discussões, mas vamos focalizar no principal motivo pelo qual o post recebe este título.

Em tempos de uma “liberdade” corrompida por atos e ações sem moral, encontramos um homem que mesmo ocupando uns dos mais altos níveis de poder de uma sociedade, mostrou que é possível ser coerente, sensível e inteligente a ponto de tomar a decisão certa, mesmo que isso possa deixa-lo com certos prejuízos.

Estamos falando de Steve Jobs, o co-fundador das empresas de informática Apple Inc e NeXT. Apesar de seu status social e de seu “poder” social, político e econômico, não se rendeu aos mais altos prazeres da Pornografia e por este motivo acabou comprando briga com alguns dos homens poderosos do setor.

Veja abaixo trechos do texto de Michel Borges, Jornalista e Colunista da Rede Novo Tempo de comunicações e do site Esperança.

O jornal britânico The Guardian noticiou: “Então, a insistente política de autocensura da Apple, para o novo IPad, tem deixado de fora muitas editoras de revistas.

Jobs reafirmou sua posição numa acalorada troca de e-mails com Ryan Tate, escritor do site Gawker.com, que acompanha notícias e fofocas no Vale do Silício e em outros lugares. Tate discordou do anúncio de televisão que chama o iPad de “revolução” e enviou um e-mail para Jobs: “Se Dylan [Bob Dylan, um dos músicos favoritos de Jobs] tivesse 20 anos hoje, como ele se sentiria sobre sua empresa? Ele acharia que o iPad teria a mínima coisa a ver com ‘revolução?’ Revoluções envolvem liberdade.

Jobs respondeu. “Sim, liberdade de programas que roubam seus dados. Liberdade de programas que destroem sua bateria. Liberdade da pornografia. Sim, liberdade. Os tempos estão mudando, e alguns caras do PC tradicional sentem como se seu mundo estivesse desaparecendo. Está.

Tate acusou Jobs de impor sua “moralidade” ao fazer com que a Apple proíba aplicativos pornográficos para o iPad. “Não quero ‘liberdade da pornografia’. A pornografia é simplesmente legal! Acho que minha esposa concordaria”, disparou de volta Tate – que mais tarde disse que lamentava ter mencionado a esposa. Jobs treplicou: “Você se importará mais com a pornografia quando tiver filhos. […] Estamos apenas fazendo o que podemos para tentar preservar a experiência de usuário que idealizamos. Você pode discordar de nós, mas nossos motivos são puros.

Em outra correspondência trocada com o cliente Matthew Browning, Jobs havia defendido a decisão da Apple de manter a pornografia fora de seus produtos: “Cremos que temos uma responsabilidade moral de manter a pornografia fora do iPhone. Quem quiser pornografia poderá comprar um Android”, disse ele, se referindo ao produto do competidor Google, que tem permitido aplicativos de armazenamento de pornografia para seu smartphone.

As decisões da Apple também são para aplicativos, pois por duas vezes a Apple se recusou a disponibilizar o aplicativo “Gay New York: 101 Can’t-Miss Places” (Nova Iorque Gay: 101 locais que você não pode perder), por incluir imagens obscenas e pornográficas.

Jobs está de parabéns por demonstrar coragem e disponibilidade para mostrar ao mundo que independente de sua posição social e econômica, o mais importante é mostrar que características de um caráter puro e reto são muito mais aceitos do que qualquer outro que torna “liberal” recursos ou ações que podem manchar o trabalho de toda uma vida.

Sua marca subiu ainda mais no meu conceito.

Na verdade, a atitude dele serve até mesmo de incentivo aos cristãos internautas para erigirem muros de proteção ao seu redor. Liberdade não é sinônimo de libertinagem e irresponsabilidade. A autocensura do cristão é o mais puro exercício da liberdade de quem escolhe não se submeter a vícios degradantes que rebaixam o ser humano e destroem famílias. E seu antivírus está em Filipenses 4:8, que diz:

“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo,tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.

 

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Um comentário sobre ““Liberdade não é sinônimo de libertinagem…”

  1. Ótimo post meu amigo, eu já admirava o Jobs com relação aos produtos da Apple, por não se render a simples comercialização do que já existe e sim criar e inovar com qualidade e ótimo design, e admiro ainda mais essa forma de pensar e agir dele com relação a “pornografia”.

    Uma coisa que se destaca nesse post é o ponto de algumas pessoas se escandalizarem ou protestarem com relação ao que seria digamos um “escândalo moral”. Como o próprio título diz: “Liberdade não é sinônimo de libertinagem e irresponsabilidade”.

    Isso me lembrou uma música de um cantor chamado “Zé Geraldo”, que diz assim:
    ” Se chega alguém querendo consertar, vem logo a ordem de cima .Pega esse idiota e enterra”

    De certa forma é o que acontece hoje, decisões moralista, com firmamento no respeito e moldadas em um bom caracter são convertidas ao que eles dizem ser “Uma repressão ao direito e liberdade. Se seria direito deles “Errarem e se corromperem, não seria direito se manter “Puro e integro” ?

    Abraços.

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